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Seguro de Vida.

Por que fazer um seguro de vida?

·Publicado

15 de agosto de 2017

· Categoria

Educação Financeira

FONTE - MONGERAL AEGON

       Parece trivial imaginar que contratar um seguro de vida representa proteger aquilo que é valioso para você. Mas, ainda hoje, nem todos têm consciência dessa importância. Mesmo com tantas opções de seguros para os mais variados itens, o brasileiro ainda não incorporou essa cultura que auxilia na prevenção dos riscos do dia a dia. E muita gente segue se perguntando por que fazer um seguro de vida, até que a resposta chega no momento inesperado e da e da pior maneira.

Dá azar?

       De acordo com a pesquisa El Seguro de Vida en América Latina, os países latino-americanos representam 8,45% da população mundial e os percentuais de vendas em seguros na região equivalem a 2,73% do total global, sendo 1,87% de vida e 3,88% de seguros patrimoniais. O pensamento voltado para o longo prazo é algo muito recente no Brasil, o que explica, por exemplo, o fato de poucos brasileiros investirem em uma apólice de seguro de vida. Hoje, no Brasil, apenas 5% da população têm um seguro de vida, contra cerca de 70% da população norte-americana.

       No entanto, riscos como os de morte ou invalidez não são programáveis; não permitem prevermos quando e se acontecerão. A melhor forma de se proteger é estar preparado, contratando um seguro de vida o quanto antes, explica o Superintendente de Marketing da Mongeral Aegon, Leonardo Lourenço.

       No Brasil, a falta de cultura de pensar no amanhã ainda se soma a superstições e crendices, uma vez que muitos ainda refutam um seguro dessa natureza por que creem que dá azar. Ora, azar é justamente aquilo que nos acomete quando não estamos devidamente protegidos. Se sua família ficou desamparada porque você hesitou em fazer um seguro de vida por superstição, teriam eles sido vítimas do azar? Ou seria da negligência do chefe da família?

Procura por seguro de vida cresceu 5,89% apenas nos primeiros 3 meses de 2017

       Apesar do histórico de irresponsabilidade com o futuro, Leonardo Lourenço comenta que o Brasil está trilhando um caminho de crescimento. O crescimento do seguro de pessoas está diretamente ligado ao crescimento da renda dos brasileiros e a um processo de conscientização da população sobre a manutenção do padrão de vida, afirma.

      Sim, o brasileiro está amadurecendo, entendendo a importância de utilizar o hoje para construir o amanhã. Um levantamento feito pelo grupo Swiss Re aponta que o setor securitário brasileiro foi o terceiro que mais cresceu no mundo, ficando atrás apenas dos Emirados Árabes e da Rússia. Apenas no 1º trimestre de 2017, o crescimento foi de . 5,89% Entre 2003 e 2013, por exemplo, o volume de prêmios no setor aumentou 600%. Os principais fatores para a elevação da demanda pelo seguro de vida no país são o aumento da renda da população, o crescimento da classe C e o aumento no nível de educação financeira da população, destaca Lourenço. Se você é o chefe da família, tem a responsabilidade de assegurar que ela estará amparada financeiramente caso algo lhe aconteça. Fazer um seguro de vida é ter a tranquilidade de que as pessoas mais importantes para você terão os recursos necessários para seguirem em frente, mantendo o padrão de vida que você ajudou a construir.

Por que fazer um seguro de vida?

       Pois bem, os depoimentos acima já são razões suficientemente fortes para despertar sua atenção para a necessidade de pensar no amanhã. Ou melhor, na incerteza do minuto seguinte. De todo modo, podemos ainda materializar alguns motivos concretos para mostrar por que fazer um seguro de vida:

Garantir o suporte financeiro aos seus familiares, ainda que o destino não lhe permita estar com eles no futuro.

       Quando ocorre a falta do responsável pelo sustento da família, em geral, o padrão de vida dos dependentes costuma cair bastante. Em muitos casos, além da dor do falecimento de um ente querido, a família ainda acaba se enrolando em dívidas, retirando filhos da escola particular ou, em situações mais graves, até mesmo enfrentando dificuldades para custear suas despesas básicas. É evidente que você quer assegurar que nada disso ocorrerá com seus familiares, independentemente de sua presença ou não, certo? Pois bem. A quantia paga pela seguradora, em caso de morte do segurado, auxilia os beneficiários na manutenção de seu padrão de vida, na permanência dos filhos na escola, na quitação de apartamento, além de ser suporte para suprir despesas utilizadas para que a família possa se preparar financeiramente para o novo cenário.

Assegurar proteção financeira a você mesmo, caso alguma fatalidade o impeça de trabalhar amanhã.

       Muita gente acha que seguro não é interessante porque se paga e não se vê o benefício do produto em vida. Não é verdade. Apesar da cobertura obrigatória do seguro de vida ser contra risco de morte, a maioria das apólices prevê garantias complementares, como recebimento da indenização em caso de invalidez por acidente, por doença ou por questões laborativas. Você tem quanto em investimentos? Pouco? Já parou para pensar como você faria se não pudesse mais trabalhar amanhã? E seus filhos? E ainda tem gente que se pergunta por que fazer um seguro de vida.

Ter cobertura financeira em caso de doença grave.

       Ainda na mesma linha do tópico anterior, existem muitas apólices que asseguram pagamento de indenização (em valor definido em contrato) para os casos de diagnosticos de doenças graves, tais como:

  • câncer, leucemias e doenças malignas do sistema linfático como a doença de Hodgkin;
  • infarto agudo do miocárdio;
  • acidente vascular cerebral (AVC);
  • cirurgia de revascularização do miocárdio com implante de ponte(s) vascular (es) nas artérias coronarianas (bypass);
  • doença de Alzheimer.

       Os custos para realização de tratamentos quimioterápicos podem passar de R$ 5 mil. Certamente nenhum auxílio-doença conseguiria cobrir valores tão altos. Como fazer, então? É esse o dilema de milhares de pacientes oncológicos que não se planejaram adequadamente no passado. Vale a pena lembrar que coberturas adicionais, como diárias hospitalares e despesas médico-odontológicas, também podem ser contratadas. Perceba que um seguro de vida vai muito além de indenização em caso de morte do segurado.

Ter uma proteção financeira que não sofre desconto de imposto de renda

       Sim, o seguro de vida é um dos poucos produtos do mercado que estão ilesos à mordida do Leão. Mas há outras vantagens fiscais.

      O artigo 794 do Novo Código Civil ainda determina que a indenização paga aos beneficiários, a título de seguro de vida, não é considerada herança. Dessa forma, o montante recebido não fica submetido ao pagamento de eventuais dívidas deixadas pelo segurado. Outra vantagem é que o seguro de vida não entra no inventário. Assim, os valores são liberados em poucas semanas, diferentemente do restante do patrimônio, que fica parado por anos, aguardando o desfecho de uma ação judicial de partilha. Por fim, o seguro de vida também é isento do pagamento de Imposto sobre Transmissão Causa Mortis (ITCMD).

Responda rápido: qual é a hora certa para fazer um seguro de vida?

       Quando é o momento de fazer um seguro de vida? Como a característica principal desta aplicação é oferecer tranquilidade, e não um bom rendimento, especialistas dizem que a chegada dos filhos pode ser o sinal mais correto, já que garante segurança financeira na hipótese de acontecer algo com os responsáveis. Ninguém pensa que vai morrer cedo, mas quando a minha filha nasceu, os medos e as inseguranças em relação ao futuro ficaram mais latentes. E foi em uma dessas reflexões que percebi que eu pagava um seguro para o carro e não para o que eu tenho de mais precioso, minha própria vida.

       Eu me perguntava o que seria da minha filha se algo me acontecesse? O que deixaria para ela? Para acabar com essa preocupação, resolvi fazer um seguro de vida. Para mim, a tranquilidade de saber que ela ficará amparada por um tempo é o mais importante, afirma a jornalista Andréa Masgrau. Mesmo sabendo que o dinheiro não servirá de substituto para uma eventual morte prematura, a mãe de Pilar Masgrau, de 10 anos, enfatiza, no entanto, que será um auxílio importante na vida de sua filha. Essa é a maior razão por que fazer um seguro dessa natureza. Eu sei que nada substitui uma vida, mas pelo menos ela terá uma quantia razoável para se manter. O futuro dela é uma das minhas maiores preocupações, por isso invisto em educação e também em uma previdência privada que vai garantir seus estudos na universidade, completa Andréa.

       Outra prova concreta de que o seguro de vida pode trazer mais tranquilidade vem da família Alvarez. O arquiteto Antônio Alvarez, sua mulher e as duas filhas planejavam viajar no carnaval do ano passado para a Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. Infelizmente este plano não pôde se cumprir, pois Antônio sofreu um acidente voltando do trabalho e ficou impossibilitado de voltar às suas atividades normais.

Risco não é fatalidade: é a ocorrência de um fato para o qual você não se preparou adequadamente.

       Pode não parecer, mas o caso acima é comum em várias famílias. Eu achava que nunca precisaria do seguro por invalidez. O corretor me disse que era bom fazer pelo menos um, para o caso de ficar doente. Acabei fazendo e, cinco meses depois, não pude mais trabalhar, conta Antônio. Assim como fez o arquiteto, é importante pensar em todas as possibilidades e ficar resguardado em caso de imprevistos. O bom é nunca precisar, mas, se algo acontecer, é importante ter com o que contar, afirma.

       As principais coberturas do seguro de vida são: morte natural e acidental; invalidez permanente total ou parcial por acidente; invalidez permanente total por doença; despesas médico-hospitalares por acidente; doenças graves e assistência funeral.

Como escolher o seguro de vida certo para você?

Agora que você compreendeu por que fazer um seguro de vida, vamos a algumas dicas essenciais para escolher a apólice certa para você:

1. Seguro de vida e seguro de acidentes pessoais são coisas diferentes

      O seguro de acidentes pessoais é mais barato porque só cobre morte por acidente. Um seguro de vida é muito mais amplo, assegurando indenização em caso de falecimento, seja por causa natural ou acidental.

2. Os dois principais tipos de apólice

        Você pode fazer seu seguro através de um plano individual ou de um plano coletivo. No individual, a seguradora cobrirá o risco de uma única pessoa e os termos do contrato serão negociados de forma personalizada. Na apólice individual, o prêmio é negociado de acordo com a idade, sexo, estilo de vida e condições de saúde.

       O seguro de vida coletivo (em grupo), por sua vez, é contratado por uma empresa, sindicado, associação profissional, clube ou entidade de classe, em favor das pessoas ligadas a essas instituições. Como é a empresa (estipulante) que contrata o seguro, é ela quem define os termos do contrato. O segurado ingressa na apólice já existente. Como essas organizações costumam fazer um contrato para muitos segurados, o prêmio para cada um costuma sair mais barato do que em uma apólice individual.

3. Algumas seguradoras impõem limite de idade

       Se a seguradora vai cobrir o risco de falecimento de um indivíduo, evidentemente, quanto mais velho ele for, maior o risco. Dessa forma, a maioria das seguradoras possui restrições para pessoas com idade acima de 65 anos.

4. Conheça bem as principais coberturas oferecidas

  • Morte natural/por acidente;
  • Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA);
  • Invalidez permanente total por acidente (IPTA)
  • Invalidez Permanente por Acidente Majorada (IPAM)
  • Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD);
  • Invalidez Laborativa Permanente Total por Doença (ILPD);
  • Invalidez Funcional Permanente Total por Doença Antecipação (IFPDA)
  • Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas (DMHO);
  • Diárias de Incapacidade Temporária (DIT);
  • Diárias por Internação Hospitalar (DIH);
  • Doenças Graves (DG).

Caso queira saber mais sobre as diferenças entre essas coberturas, é só clicar aqui!

5. Seguro de vida resgatável ou tradicional?

       Diferentemente do modelo tradicional, no seguro de vida resgatável é uma fusão entre proteção financeira aos familiares e poupança. Nele, você pode acionar a seguradora, após um período de carência previsto em contrato, para sacar parte do valor aplicado.

       Você já viu que as razões por que fazer um seguro de vida são diversas. Se quiser saber mais sobre como escolher o seguro ideal para você, consulte - nos.

Seguro de Veículos

Aliadas a cooperativas de seguros, milícias faturam com a recuperação de veículos roubados

Fonte o GLOBO,

       RIO — Escrita em cartazes de propaganda de cartomantes, a promessa trago a pessoa amada em três dias ganhou uma versão do crime organizado — no caso, a pessoa amada é substituída por carro, e a garantia é dada pela milícia, que encontrou no resgate de veículos roubados uma nova forma de ganhar dinheiro. Ela entra num filão inicialmente explorado pelo tráfico, que cobra comissões pela devolução de motocicletas e automóveis levados para dentro das comunidades que domina. Milicianos, no entanto, foram além, assumindo o papel de negociadores junto às chamadas associações de proteção veicular e patrimonial. São cooperativas não reguladas por autarquias que oferecem apólices com preços bem abaixo dos estipulados pelas seguradoras. A ação de milicianos é reconhecida e denunciada por Raul Canal, presidente da Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais. Ele diz que, no Rio, paramilitares (e também traficantes) firmaram acordos com cooperativas que preferem pagar comissões pela recuperação de carros roubados a indenizar seus clientes.

       Há uma situação peculiar no Rio, algo que chamamos de sequestro de veículos. Muitas vezes, bandidos roubam ou furtam um carro para receber um pagamento de R$ 200 a R$ 300. Aí, entram em cena os intermediários das associações picaretas, que prometem encontrá-lo dentro de algumas horas ou poucos dias. Como o veículo segurado por uma cooperativa sempre tem um rastreador, eles podem, por exemplo, ir a uma comunidade e negociar sua liberação com a quadrilha local. O presidente da agência diz que há cerca de 4 mil cooperativas de seguros no país. O Rio tem 172, mas apenas 38 são filiadas à entidade. Canal ressalta que a prática das associações clandestinas de pagar comissões a milicianos e traficantes incentiva o roubo e o furto de veículos.

Fica a pergunta, será que só milicianos do Rio que tiveram essa idéia ?

Plano de Saúde

Saiba quais doenças voltaram a ameaçar o Brasil

Publicado em 10/07/2018 - 10:21

Por Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil Brasília

       Os primeiros sinais de queda nas coberturas vacinais em todo o país começaram a aparecer ainda em 2016. De lá para cá, doenças já erradicadas voltaram a ser motivo de preocupação entre autoridades sanitárias e profissionais de saúde. Amazonas, Roraima, Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro são alguns dos estados que já confirmaram casos de sarampo este ano. Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o certificado de eliminação da circulação do vírus.

       Dados do Ministério da Saúde mostram que a aplicação de todas as vacinas do calendário adulto está abaixo da meta no Brasil – incluindo a dose que protege contra o sarampo. Entre as crianças, a situação não é muito diferente – em 2017, apenas a BCG, que protege contra a tuberculose e é aplicada ainda na maternidade, atingia a meta de 90% de imunização. Em 312 municípios, menos de 50% das crianças foram vacinadas contra a poliomielite. Apesar de erradicada no país desde 1990, a doença ainda é endêmica em três países – Nigéria, Afeganistão e Paquistão.

       O grupo de doenças pode voltar a circular no Brasil caso a cobertura vacinal, sobretudo entre crianças, não aumente. O alerta é da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), que defende uma taxa de imunização de 95% do público-alvo. O próprio Ministério da Saúde, por meio de comunicado, destacou que as baixas coberturas vacinais identificadas em todo o país acendem o que chamou de "luz vermelha".

Confira as principais doenças que ensaiam um retorno ao Brasil caso as taxas de vacinação não sejam ampliadas.

Sarampo

       O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmissível e extremamente contagiosa. Complicações infecciosas contribuem para a gravidade do quadro, particularmente em crianças desnutridas e menores de um 1 ano de idade. Os sintomas incluem febre alta acima de 38,5°C; erupções na pele; tosse; coriza; conjuntivite; e man chas brancas que aparecem na mucosa bucal, conhecidas como sinais de Koplik e que antecedem de um a dois dias antes do aparecimento da erupção cutânea.                     

       A transmissão do sarampo acontece de quatro a seis dias antes e até quatro dias após o aparecimento do exantema (erupção cutânea). O período de maior transmissibilidade ocorre dois dias antes e dois dias após o início da erupção cutânea.

Poliomielite

       Causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, a poliomielite geralmente atinge crianças com menos de 4 anos de idade, mas também pode contaminar adultos. A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas e há semelhanças com as infecções respiratórias como febre e dor de garganta, além das gastrointestinais, náusea, vômito e prisão de ventre. Cerca de 1% dos infectados pelo vírus pode desenvolver a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte.

Rubéola

       A rubéola é uma doença aguda, de alta contagiosidade, transmitida pelo vírus do gênero Rubivirus. A doença também é conhecida como sarampo alemão. No campo das doenças infectocontagiosas, a importância epidemiológica da rubéola está associada à síndrome da rubéola congênita, que atinge o feto ou o recém-nascido cujas mães se infectaram durante a gestação. A infecção na gravidez acarreta inúmeras complicações para a mãe, como aborto e natimorto (feto expulso morto) e para os recém-nascidos, como surdez, malformações cardíacas e lesões oculares.

       Os sintomas da rubéola incluem febre baixa e inchaço dos nódulos linfáticos, acompanhados de exantema. A transmissão acontece de pessoa para pessoa, por meio das secreções expelidas pelo doente ao tossir, respirar, falar ou respirar.

Difteria

       Doença transmissível aguda causada por bacilo que frequentemente se aloja nas amígdalas, na faringe, na laringe, no nariz e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele. A presença de placas branco-acinzentadas, aderentes, que se instalam nas amígdalas e invadem estruturas vizinhas é a manifestação clínica típica da difteria. A transmissão acontece ao falar, tossir, espirrar ou por lesões na pele. Portanto, pelo contato direto com a pessoa doente. O período de incubação da difteria é, em geral, de um a seis dias, podendo ser mais longo. Já o período de transmissibilidade dura, em média, até duas semanas após o início dos sintomas.

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